Make your own free website on Tripod.com
1 Entre 1851 e 1915 foram realizadas 12 grandes exposições na Europa e E.U.A, fora ainda os pequenos eventos que aconteciam levando milhões de visitantes aos pavilhões. Voltar

2 Eric Hobsbawm, A era do capital. (Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988) p.231. Voltar

3 A classe dirigente da capital francesa percebeu que a arquitetura da cidade facilitava a construção de barricadas pelos populares em suas manifestações e dificultava a mobilização de tropas militares nos bairros mais pobres. Haussman, prefeito de Paris, remodelou-a entre 1853 e 1870, alargando avenidas, destruiu bairros proletários insalubres e superpovoados. Haussman embelezou a cidade, concretizando o ideário burguês de uma cidade moderna. Voltar

4 Benjamin baseava-se nos poemas do poeta francês Charles Baudelaire para desenvolver seu pensamento sobre a modernidade. O poeta francês era um ferrenho crítico do progresso que acontecia desvairadamente por toda Europa. Ao notar a decadência a que o mundo industrial condenava o homem, no poeta abatia-se o sentimento de melancolia. Mostrando assim os limites das suas forças. Como forma de reagir ao sentimento melancólico, característico dos homens da modernidade, o poeta tematiza a transformação do eu-lírico num flanêur. Perambulando, com inteligência, pela cidade, o poeta - flanêur, protestava contra a descaracterização social imposta pela modernidade, reagindo ao sentimento melancólico que se abatia sobre os homens. Voltar

5 Walter Benjamin, "Sobre o conceito da história", In: _____. Magia e Técnica, Arte e Política ( São Paulo: Brasiliense, 1987) p.223. Voltar

6 Podemos citar a Brazilian Traction, Light and Power Company. Voltar

7 Warren Dean, A industrialização de São Paulo, 4.ed. ( São Paulo: Bertrand Cultural, 1991) p. 15. Voltar

8 Oswald de Andrade, Um homem sem profissão - sob as ordens de mamãe ( Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976) p. 10. Voltar

9 ibid., p. 36. Voltar

10 Washington Luís governou São Paulo no período de 1911 a 1914. Voltar

11 Nicolau Sevcenko, Orfeu extático na metrópole ( São Paulo: Companhia das Letras, 1993) p. 228. Voltar

12 Cf. sobre isto artigo de Lúcia Helena, "Sobre a Semana de 22",In: Mallard, Letícia et alii. História da Literatura. 2.ed (Campinas: Unicamp, 1995) pp.101-28. Voltar

13 O periódico durou até 1917, quando foi fechado pela censura de Hermes da Fonseca. Voltar

14 O pirralho, coluna "Vida Mundana", São Paulo, 12 agosto. 1911. p. 4. (microfilme) Voltar

15 Olgária Matos, O iluminismo visionário, (São Paulo : Brasiliense, 1993) p.30. Voltar

16 Até 1912 Oswald de Andrade assinou a coluna. Após partir para a Europa em 1912, deixou em seu lugar Alexandre Marcondes, que deu prosseguimento e ampliou a coluna para um periódico dentro do próprio O pirralho. Juo Bananére era o pseudônimo utilizado por Alexandre Ribeiro Marcondes Machado. Voltar

17 O pirralho, São Paulo, 2 de setembro. 1911, p. 15. Voltar

18 Oswald de Andrade nesta conferência realizada em São Paulo em 15/10/45, causou um constrangimento ao lançar a candidatura do Brigadeiro Eduardo Gomes à presidência da República. Voltar

19 Oswald de Andrade, "Museu das nossas ternuras", In: ____. Estética e Política (São Paulo: Globo/Secretaria de Estado da Cultura, 1992) p. 94. Voltar

20 Lúcia Helena, "Sobre a história da Semana de 22" em Letícia Mallard et alii, História da Literatura (Campinas: Unicamp, 1994 ) p. 109. Voltar

21 Mário de Andrade, Paulicéia desvairada em Mário de Andrade, Poesias completas.5.ed. ( São Paulo: Livraria Martins Fontes , 1979) p. 33. Voltar

22 Willi Bolle, A fisiognomia da metrópole moderna ( São Paulo: Edusp, 1994) p.36. Voltar

23 Faremos agora uma breve apresentação da obra oswaldiana iniciada em Os condenados, título do primeiro romance que comporia a Trilogia do exílio. Cabe esclarecermos que optamos pela forma com que o professor e crítico Antônio Cândido se refere ao conjunto de romances no ensaio "Estouro e libertação", In: _____. Vários escritos, 3.ed. (São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1995) pp.41-60. Inicialmente a série chamava-se Trilogia do exílio, posteriormente passou a ser Os condenados, título do primeiro volume, que ganhou o título Alma quando publicados os três volumes que compõem a série. Voltar

24 Benjamin, "A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica ", Magia, p. 194. Voltar


HOME